Não devemos nada ao feminismo

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A chamada Primeira Onda Feminista teria ocorrido no século XIX e avançado pelo começo do século XX. Este período aborda uma grande atividade feminista desenvolvida no Reino Unido e nos Estados Unidos.
Charles Fourier, um socialista utópico e filósofo francês, é creditado por ter inventado a palavra “feminismo” em 1837. A expressão “feminismo” e “feminista” apareceu pela primeira vez na França e nos Países Baixos em 1872, no Reino Unido na década de 1890 e nos Estados Unidos em 1910. Dependendo do momento histórico, da cultura e do país, as feministas tiveram diferentes causas e objetivos.

Você sabia que as feministas roubam conquistas de outras mulheres?
A maioria dos historiadores feministas ocidentais afirmam que todos os movimentos que trabalham para obter os direitos das mulheres devem ser considerados feministas, mesmo quando eles não apliquem o termo a si mesmos. Outros historiadores afirmam que o termo deve ser limitado ao movimento feminista moderno e aos seus descendentes. Esses historiadores usam o rótulo de “protofeminista” para descrever os movimentos anteriores.

Se não fosse pelo feminismo, você não teria o direito de:

– Votar: Mentira. No Brasil só tinha direito ao voto aquele que tinha o dever de ir para a guerra. No mundo ocidental esse direito era vinculado com o alistamento no exército. Na época muitas mulheres se manifestaram contrárias ao voto por medo de serem obrigadas a servir o exército. A luta pelo voto feminino em nosso país partiu de um homem chamado César Zama. Os republicanos que lutaram pelo voto feminino eram o que hoje chamamos de direita.
A primeira mulher a conquistar esse direito no Brasil foi Celina Guimarães, casada com Elyseu de Oliveira Viana que foi fundamental pra essa conquista, durante o governo de Washgton Luis em 25 de outubro de 1927 . O voto foi anulado para as leis passarem por regulamentação. “Eu não fiz nada tudo foi ideia do meu marido que empolgou- se na campanha de participação da mulher na política”.
Nas eleições de 1933, a médica, escritora e pedagoga Carlota Pereira de Queirós foi eleita, tornando- se a primeira mulher deputada federal brasileira. “Nunca fui, nem sou feminista, entendendo-se por feminismo as mulheres que pediam o direito de votar e falavam em reivindicações.
No mais, foi Getúlio Vargas que fez o Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, que aprovou o Código Eleitoral e determinou profundas alterações no direito eleitoral vigente, introduzindo a representação proporcional (em dois turnos), também a classista; estendendo o sufrágio às mulheres, criando a Justiça Eleitoral.
– Trabalhar: Mentira. No Brasil a mulher nunca foi impedida de trabalhar. Só era impedida nos horarios noturnos a fim de protege-las dos perigos da noite. As famílias mais abastadas aconselhavam as mulheres a não trabalharem. Uma das conquistas do sistema econômico capitalista foi que, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar. E aos poucos uma cultura de que a mulher não precisava trabalhar foi aumentando.
– Estudar: Mentira. O direito de estudar foi dado pelo Igreja Católica. A mesma criou universidades, métodos científicos e catequizou a America Latina. Em 1879, o governo autorizou as mulheres a estudarem em instituições de ensino superior.
– Divórcio: 1891 – Ante a persistência da realização exclusiva do casamento católico, foi expedido novo Decreto, no 521, em 26 de junho de 1890, dispondo que o casamento civil, deveria preceder as cerimônias religiosas de qualquer culto. Foi disciplinada a separação de corpos, sendo indicadas as causas aceitáveis: adultério; sevícia ou injúria grave; abandono voluntário do domicílio conjugal por dois anos contínuos; e mútuo consentimento dos cônjuges, se fossem casados há mais de dois anos.
1893 – o Deputado Érico Marinho apresentava no Parlamento a primeira proposição divorcista. Em 1896 e 1899, renovava-se a tentativa na Câmara e no Senado.

Sem contar que, essa história que mulher ganha menos que o homem no mesmo cargo é mentira. O salário é calculado por cargo ocupado, horas trabalhadas e currículo. Se isso fosse verdade, qual a lógica de contratar um homem que ocupa o mesmo cargo, trabalha o mesmo número de horas e tem o mesmo currículo se pode contratar mulher e pagar a menos pela mão de obra?!
O resto, como sair a noite sozinha, morar sozinha, etc e etc, veio de forma natural, com a evolução da sociedade. Não houve nenhuma conquista pelas feministas nestes aspectos.

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