Marcelo Boaventura: Análise sobre feminismo forçado no caso Kelly Cadamuro

Compartilhe com seus amigos
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Não iria dizer nada sobre o caso da mulher da carona, mas parece que ele bateu o recorde de besteiras ditas no facebook.

O namorado alertou e expressou sua preocupação, como é possível ver nas mensagens de whatsapp provavelmente já tentou inúmeras vezes tira-la da ideia de dar caronas a estranhos. Mas muitos insistiram em culpa-lo por ser frouxo e deixa-la fazer isso. Será que não vivem nessa geração de filhas que desafiam os pais? De namoradas que fazem exatamente aquilo que o namorado pede que não faça (mesmo em casais que “dão certo”)? E se o homem for mais firme como desejam, não corre riscos jurídicos? O empoderamento da mulher quer dizer fazer tudo aquilo que desagrada ao homem, seja pai ou namorado/marido, e ele está a pleno vapor. Fazem pela aventura, pelo ciúme, pela preocupação que provocam. Eu não me relacionaria com alguém assim, mas é o que tem pra hoje pra quem quer, com as devidas ressalvas pontuais. Não digo que é o caso dessa mulher em específico, mas é um exemplo generalizado.

Certamente, o namorado não tem culpa alguma e não é dever dele proteger ela a qualquer custo. Ela tem a responsabilidade de se proteger e evitar situações que julgar potencialmente perigosa. Ela é uma mulher capaz e não uma deficiente.

De qualquer maneira, não posso deixar de ressaltar o meu posicionamento favorável a caronas, inclusive para estranhos, combinadas pela internet. Em 100% das histórias dos meus conhecidos, tudo deu certo. Faço parte do CouchSurfing e em 100% das minhas hospedagens de estranhos e dos meus conhecidos próximos, sejam homens ou mulheres, tudo deu certo.

“Um dia vai dar errado.” Pode ser que sim, viver é um risco. Para muitos, dá errado a caminho da universidade, do trabalho, sem dar nenhuma carona para algum estranho. O conselho seria para se trancar em casa e não sair mais? Até em casa pode dar errado!

Eu procurei informações sobre a natureza dos crimes praticados nesse caso e não encontrei nada a respeito de estupro. Laudos ainda virão, mas até o presente momento, não é possível afirmar que houve crime sexual. Mas a maioria está falando no caso, como se o principal crime fosse estupro e não latrocínio ou homicídio. Isso indica uma neurose social, pois não importa o assunto, tudo cai no “piloto automático” argumentativo do estupro! Mais uma conquista do feminismo.

“Estupro, 10 bilhões de mulheres estupradas por dia, blá blá blá.”

Com relação aos que disseram “mas também vai dar carona pra estranho”, vieram feministas pra afirmar que isso corroboraria com o argumento “todo homem é um estuprador em potencial” (sendo que nem sabemos se houve estupro), que seria conflitante com a ideia de que nem todos são.

Uma grande asneira, já que não se está a dizer que todos são, estão a dizer que não dá para saber quem é aquele 1/1000 que iria cometer algum crime. E há também o fato de que parece que quem armou a emboscada foi uma mulher por meio de um telefonema. Isso torna toda mulher uma criminosa em potencial?
As armadilhas argumentativas e espantalhos já se disseminaram no discurso da pessoa comum…

Be the first to comment on "Marcelo Boaventura: Análise sobre feminismo forçado no caso Kelly Cadamuro"

Leave a comment

Your email address will not be published.


*