Interesse da Ford Foundation (e os valores investidos) nos coletivos feministas – Imagens e videos

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O aborto é uma prática de controle populacional planejada e financiada ao redor do mundo pelas fundações Ford, Rockefeller, MacArthur, Kellog, etc essas fundações são controladas pelas mesmas famílias que controlam grande parte da economia mundial. A legalização do aborto vem sendo imposta a todo o mundo por organizações internacionais inspiradas por uma ideologia neo-malthusiana de controle populacional, e financiadas por fundações norte-americanas ligadas a interesses super-capitalistas.

O aborto é uma prática de controle populacional (2) planejada e financiada ao redor do mundo pelas fundações Ford, Rockefeller, MacArthur, Kellogg… essas fundações são controladas pelas mesmas famílias que controlam grande parte da economia mundial. Nos EUA(3) há cerca de 300 famílias que sempre estiveram de uma forma ou de outra no poder – e obviamente não querem largar esse poder.(4) A única forma de se manterem lá é evitando a concorrência, ou seja, aliando-se ao Estado e fazendo-o cada vez mais poderoso; dominar a vida íntima das pessoas é um exemplo de estado super-poderoso. Propagar políticas abortistas também.

O aborto para se igualar ao homem

– A tragédia dos bebês abortados que nasceram vivos

– Aborto: Direito ou Assassinato

A fundação MacArthur financiou/financia organizações como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA); Cunhã—Coletivo Feminista; Fala Preta—Organização de Mulheres Negras; Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos ; Themis—Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero ; Programa de Apoio ao Pai (PAPAI); Casa de Cultura da Mulher Negra;Católicas pelo Direito de Decidir; entre outras inúmeras ONG’s que carregam em seus discursos a ideologia feminista.

A pressão internacional financiada pelas grandes fundações se iniciou em 1952 quando o Population Council, instituído pela família Rockefeller, decidiu iniciar um trabalho de longo prazo com o objetivo de obter o controle demográfico dos países considerados subdesenvolvidos. Paulatinamente, sob a coordenação intelectual do Population Council, outras importantes entidades, como a Rockefeller Foundation, a Ford Foundation, o Population Crisis Comitee, a Universidade John Hopkins, o Milbank Memorial Fund, a Mellon Foundation, a Hewlett Foundation, e depois destas muitas outras, foram se somando ao ambicioso projeto.

Inicialmente, a tática era desenvolver um intenso lobby junto ao governo dos Estados Unidos para que este reconhecesse a assim chamada explosão demográfica como um problema de segurança nacional, a ser resolvido pelo próprio governo norte-americano.

Vinte anos mais tarde, os frutos deste lobby começaram a aparecer, quando, sob a presidência de Nixon, o crescimento populacional dos países considerados subdesenvolvidos tornou-se uma verdadeira paranoia para o governo norte-americano. Em uma significativa mensagem dirigida ao Congresso, em 18 de julho de 1969, Nixon afirmou:

“Em 1830 havia um bilhão de pessoas no planeta Terra. Em 1930 havia dois bilhões, e em 1960 já havia três bilhões. Hoje a população mundial já está em três bilhões e meio de habitantes. Foram necessários milhares de anos para produzir o primeiro bilhão, o bilhão seguinte demorou um século, o terceiro veio em trinta anos, o quarto demorará apenas quinze. No final deste século a Terra conterá provavelmente mais de sete bilhões de seres humanos. E depois deste tempo cada nova adição de um bilhão não demorará mais que uma década. No ano 2000 o oitavo bilhão somar-se-á em somente mais cinco anos e daí para frente cada bilhão adicional em um tempo cada vez mais curto. Quero dirigir esta mensagem ao Congresso dos Estados Unidos sobre as dimensões internacionais do problema populacional e acrescentar a estas considerações quais serão as conseqüências internas para os Estados Unidos.”

POR QUE FINANCIAM O FEMINISMO?

Décadas atrás o magnata do petróleo John Rockefeller III se preocupava com a taxa de crescimento populacional no mundo. Para conter esta taxa, além de financiar diversos métodos médicos para evitar a gravidez, Rockefeller também financiava o aborto e sua legalização em diversos países.

Por volta dos anos 70, Rockefeller teve contato com Adrienne Germain, uma socióloga que o convenceu que ele poderia utilizar uma estratégia mais eficiente para conter o crescimento populacional mundial.

A nova estratégia proposta por Adrienne não seria apenas utilizar métodos médicos, mas também utilizar a engenharia social e a cultura como meio para conter o aumento da população.

Juntamente com esta cientista social que então trabalhava na Fundação Ford, Rockefeller resolveu introduzir o conceito de emancipação da mulher e dos direitos sexuais e reprodutivos. Com isso, a Fundação Ford e as Organizações Rockefeller passaram a financiar ativamente as redes de ONGs feministas.

Qual a intenção dessas fundações ao propagarem o aborto pelo mundo?(5)

As intenções são sempre as melhores. Seus ideólogos acreditam que o ser-humano pode se tornar um super-homem(6), que poderá evoluir com melhoramentos genéticos. Tal proposta nos trouxe o nazismo e sua idéia de supremacia racial.(7) Vergonhosamente, hoje em dia, a Fundação Ford tenta esconder que financiou parte do programa eugênico(8) nazista.Experiências sociais também foram financiadas pelos meta-capitalistas(9): como a experiência do comunismo na União Soviética e do nazismo na Alemanha.(10)

Então aborto, “casamento” homossexual, cotas raciais, legalização das drogas… são todos temas e experiências que servem apenas para a separação de pessoas a fim de melhor controlá-las.(11) Não adianta atacarmos apenas a militância abortista, LGBT, as cotas ou a legalização das drogas; precisamos atacar também quem financia tudo isso. Os que financiam esse tipo de coisa são os mesmos que financiam, no Brasil, o Partido dos Trabalhadores, o Movimento dos Sem Terra e quaisquer movimento de matiz esquerdista que visa separar as pessoas em grupos pequenos.(12)

O objetivo é arrancar da mulher o sonho de ser mãe e introduzir o sonho de ser bem-sucedida no trabalho. Tudo para diminuir a taxa de aumento populacional.

Notas:

(2) O controle populacional foi proposto por Thomas Malthus.

(3) Os EUA são o principal centro, porém há outros: Inglaterra e Bélgica também são importantes.

(4) Essas famílias chegaram ao poder através do crescimento econômico, mas não querem mais ficar sujeitas às incertezas da economia.

(5) Entre o ano de 2009 a 2011 o C-FEMEA (maior organização abortista do Brasil) recebeu 400 mil dólares da Fundação Ford – http://www.fordfoundation.org. Outra organização “premiada” foi a Católicas Pelo Direito de Decidir, organização falsamente católica que luta pela promoção do aborto, que recebeu 200 mil dólares em 2010.

(6) Idéia promovida pelo filósofo ateísta Friedrich Nietzsche.

(7) O nazismo pregava que judeus, ciganos, homossexuais e afins não eram seres-humanos dignos de viver. Defensores do aborto dizem o mesmo sobre o bebê que está no útero materno.

(8) Eugenia: nome dado ao ideal de melhoramento da espécie humana através da seleção artificial – ou seja, com uso da ciência.

(9) Meta-capitalismo: um termo cunhado pelo filósofo Olavo de Carvalho para se referir às pessoas que de tão ricas que se tornaram já ultrapassam os limites que separam o bem público e o privado.

(10) Ver obra de Antony Sutton, “Wall Street e a ascenção de Hitler”.

(11) Quando as pessoas são separadas e se brigam é preciso criar um mediador: o Estado. Estratégias como a divisão de classes, gênero e raça são elaboradas para que as pessoas briguem e para que o Estado possa interferir como bem entender na vida delas com o “nobre” propósito de apaziguar.

(12) A separação das pessoas em grupos é simplesmente a ideia marxista de “separação das classes”.

Fontes: UFSCON e INSTITUTO FLORES DE AÇO

De acordo com a página do facebook, Marx da depressão, em 1990 a Fundação Ford reconheceu que a legalização do aborto e o oferecimento de serviços de saúde era insuficiente para zerar o crescimento populacional do planeta, porque a maior parte das pessoas ainda sonhavam em formar uma família e ter filhos.

A Fundação reconhecia, em seus documentos, explicitamente, que o problema agora era não apenas legalizar o aborto e disponibilizar serviços planejamento familiar, mas desmotivar as pessoas do desejo de ter filhos. Para isto seriam necessárias, mais do que a simples propaganda, alterações estruturais da sociedade, entre as quais a emancipação da mulher para o mercado de trabalho, a alteração da moralidade das relações sexuais, a introdução da idéia do aborto como um direito. Estes objetivos não poderiam ser alcançados pelo financiamento da pesquisa médica. Seria necessário financiar, em vez disso, em primeiro lugar, pesquisas na área das ciências sociais e, em vez da oferta de serviços de saúde, seria necessário priorizar o financiamento do movimento feminista.

Foi criada, deste modo, conforme denominado pela Fundação Ford e consta oficialmente de documentos de 1990, a nova estratégia de direitos sexuais e saúde reprodutiva. Graças ao trabalho dos grupos feministas, financiados pela Fundação Ford e coordenados pela socióloga Adrianne Germain, integrante do quadro da Fundação, a ONU aderiu ao programa estabelecido pela organização através das Conferências do Cairo em 1994, de Pequim em 1995 e de Glen Cove em 1996.

A estratégia de direitos e saúde sexual e reprodutiva funcionou satisfatoriamente praticamente em todo o mundo onde o aborto já era legal. Mas não funcionou na América Latina, onde as taxas de rejeição ao aborto, não obstante o trabalho dos grupos feministas, cresciam em vez de diminuirem. Também não funcionou na África sub-saariana, onde havia pouca infra-estrutura para o trabalho organizado das ONGs financiadas pelas grandes Fundações e um grande apego aos valores tradicionais da família.

(A nova estratégia mundial do aborto) Veja o PDF, desenvolvido pela pr´pria Ford Foundation, abaixo na íntegra:

3-Fundacao-Ford-Saude-reprodutiva-um-estrategia-para-os-anos-90

IPPF – A MULTINACIONAL DA MORTE:

IPPF

40 anos da Ford no Brasil:

down252

Os pagamentos:


Católicas pelo direito de decidir, organização mantida pela Ford Foundation

 

Fundação Sou da Paz (que promoveu a campanha a favor do desarmamento da população), recebeu da Ford Foundation, entre 2007 e 2011.
Imagem: Vídeo 4 -Dividindo Pessoas, centralizando o poder – A agenda Política do Brasil Paralelo (www.brasilparalelo.com.br)

O coletivo Leila Diniz Imagem: Vídeo 4 – Dividindo pessoas, centralizando o poder: A agenda Política do Brasil Paralelo (www.brasilparalelo.com.br)

Imagem: Vídeo 4 – Dividindo pessoas, centralizando o poder: A agenda Política do Brasil Paralelo (www.brasilparalelo.com.br)

Nilcéa Freire – Responsável pela Ford Foundation até 2015 no Brasil. Imagem: Vídeo 4 – Dividindo pessoas, centralizando o poder: A agenda Política do Brasil Paralelo (www.brasilparalelo.com.br)

A Universidade Livre Feminista também recebeu dinheiro da Ford Foundation. Imagem: Vídeo 4 – Dividindo pessoas, centralizando o poder: A agenda Política do Brasil Paralelo (www.brasilparalelo.com.br)

VÍDEOS SOBRE A VERDADEIRA ESTATÍSTICA DO ABORTO E AS VERDADEIRAS INTENÇÕES DAS FEMINISTAS. 

Especialista Isabela Mantovani apresenta números estatísticos a respeito do aborto

Renata Gusson Martins: A mulher que falou a verdade sobre o feminismo

 

About the Author

Camila Abdo
Jornalista (MTB - 0083932/SP; Associação Brasileira de Jornalista -ABJ- 2457). Escrevo para: -oretrogrado.com.br -www.libernews.com.br e o meu blog pessoal politicaedireito.org/br

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