Opinião: Vamos falar sobre aborto

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Vamos falar sobre o aborto.

Aborto, um tema que nossas lindas e queridas feministas sempre colocam em pauta como problema na saúde.
Porém, ninguém nunca parou para pensar no caos que isso poderia causar.

O aborto, ainda sim, seria de grande acessibilidade para os economicamente privilegiados, afinal, pagariam uma clínica particular, enquanto as mulheres que são economicamente desprivilegiadas, ainda seriam reféns do Sistema Único de Saúde, tendo que esperar dez meses por uma consulta, e mais 6 meses para passar por um psicólogo. Ou seja, não teria mais solução.
O Aborto coloca em questão o ferimento do chamado direito de viver, á partir do momento em que os gametas que formam a célula embrionária, são cheias de vida.
Não, o feto não é seu corpo, não, o feto não segue suas regras, tanto que a célula embrionária é a mais importante de todo o sistema do corpo, ela que dá origem aos órgãos e ela ainda faz parte importante do sistema circulatório depois que ficamos adultos.
Quando começa a vida? A vida começa a partir do momento da fecundação, a partir do momento em que o espermatozoide e o óvulo fazem uma junção. Ah, mas por que? Porque as duas células são consideradas vivas, e por que a junção das duas as fariam deixar de serem vivas? Sendo que como já dito a célula embrionária é considerada diferente por conta da sua importância na formação do corpo e até de cura de algumas doenças?
Então, o aborto entra muito mais do que em uma questão ética, entra na questão de saúde, de prioridade e de importância, de constituição, que diz o que fere a vida.
Será que é tão difícil de entender? Aborto é crime, e tem mil e um motivos para que seja, assim como tem mil e uma maneiras de se prevenir para não engravidar, todos sabem o que um ato sexual pode trazer por consequência, não custa nada se proteger para não engravidar e/ou para não pegar doenças.
Pedimos que antes de saírem falando: “MEU CORPO, MINHAS REGRAS!” estudem apenas um pouco do sistema embrionário, que tudo será mais claro.
Aborto é inviável de todas as maneiras possível, a briga pela legalização nada mais é do que um artifício para acorrentar as pessoas ainda mais a leis estatais.
Um filho é consequência e responsabilidade, permitir que o estado possa legislar sobre isso é nada mais do que relativizar e transferir a responsabilidade pra terceiros.

#Andressa

About the Author

Andressa Camargo
19 anos, estudante de Biomedicina, anti-feminista e libertária.

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