Garota de 12 anos perde a virginidade com namorado da mesma idade e por vergonha da mãe acusa vizinho de estupro

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Em 1994, o técnico em telefonia Jonas da Silva Cruz, de 53 anos foi acusado de abuso sexual contra uma menor de 12 anos. Ele foi preso em 2008. Abalado, o homem afirmou: Nunca me senti tão abalado. Fiquei à deriva”.

O homem perdeu o emprego, além de sua casa e amizades. No início de 2011, a mesma pessoa que o acusou resolveu afirmar que tudo não passou de uma falsa acusação: não houve estupro e nem mesmo qualquer tipo de assédio.

Identificada como Lucineide, a então criança revelou à Vara de Execuções Penais que a história era falsa e Jonas nunca havia tocado nela. De acordo com ela, na tarde de 21 de setembro de 1994 ela fez sexo pela primeira vez com um namorado de mesma idade, aos 12 anos. No outro dia, a mãe dela, Renilda percebeu que havia sangue em sua calcinha.

“Lembro quando minha mãe me levou para fazer um exame no IML. Quando voltamos, alguém, não lembro quem foi, disse que eu tinha ido na casa de Jonas. Foi aí que tudo começou. Minha mãe não sabia do meu namoro e colocou a culpa do sangramento no vizinho ja que ela também não gostava do vizinho”, afirmou ela que hoje tem 29 anos.

A polícia encaminhou o processo contra Jonas para o Ministério Público do Estado da Bahia. A menina narrou a história criada pela mãe como se tudo fosse verdade. O depoimento dela foi o bastante para que o suposto crime fosse julgado. O juiz Marinaldo Bastos Figueiredo, da 10ª Vara Crime de Salvador usou como argumento “criança não mente”. Em 2008 Jonas foi preso. Meu mundo desabou. É uma dor insuportável”, disse o homem acusado injustamente. “Aquele é o pior lugar do mundo. Tem dias que os presos dormem uns por cima dos outros”, disse ele que ficou preso por 10 meses.  “Estou convicto e certo de que a acusação da vítima é verdadeira, toda criança é sincera, não mentem e inexistem provados motivos ensejadores de acusação mentirosa”, disse o juiz.

 

Lucineide falou o motivo de não ter dito nada antes: “Minha mãe criou a história, mas admito que peguei carona. Não quis dizer que tinha transado com meu namorado e me acomodei”.

O defensor público Rafson Ximenes usou um trecho de “O Juízo Moral da Criança”, escrito por um teórico suíço. Segundo ele, a criança tem a espontaneidade de “transformar a verdade em função do seus desejos e ignorar o valor da veracidade”.

Ele foi absolvido após o pedido de Revisão Criminal por falta de provas. “Nunca houve prova, somente a palavra da vítima. Para se condenar alguém é preciso ter certeza, e nesse caso a denúncia não tinha relevo”, resumiu a desembargadora Ivete Caldas.

“Posso dizer que hoje eu renasci”, afirmou Jonas.

Leia: Projeto pode tornar “Falsas Acusações DOLOSAS de Estupro” em crime HEDIONDO

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