Santander Cultural promove pedofilia, pornografia e arte profana em Porto Alegre

Santander Cultural promove pedofilia, pornografia e arte profana em Porto Alegre

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O Santander Cultural está sediando a exposição Queermuseu, na cidade de Porto Alegre. São cerca de 270 obras que promovem a pedofilia, a pornografia e os mais variados ataques à moral e aos bons costumes que se possa imaginar.

Para o Presidente da instituição, Sérgio Rial, a exposição “está ancorada em um conceito no qual realmente acreditamos: a diversidade observada sob aspectos da variedade, da pluralidade e da diferença”, que cada vez mais ganha “atenção por parte da nossa organização”, segundo consta no encarte de apresentação. Quer com isso promover o “questionamento entre a realidade das obras e do mundo atual em questões de gênero e suas nuances”. No mínimo se trata de um sujeito para o qual não há diferença nenhuma entre uma laranja e uma mexerica.

*UPDATE: – Santander cancela evento com mostra de pedofilia e zoofilia

Segue ainda afirmando: “Diferentes ângulos de visão e abordagens são fundamentais e extrapolam questões institucionais ou relacionadas ao politicamente correto. Trata-se de um valor para a nossa empresa, pois acreditamos que a diversidade é a impulsionadora da criatividade e da eficiência”. Há, é claro, no mínimo uma confusão entre processo criativo e necessidade de expor intimidades.

No entanto, antes de analisar os argumentos do curador da exposição, é preciso lembrar que agosto é o mês da temática LGBTQ no Santander Cultural, como mostra a imagem a seguir. E por falar em LGBTQ, daqui a pouco vai faltar alfabeto para atender às demandas da sigla.

Gaudêncio Fidelis, o curador da exposição, pode até ter doutorado em história da arte, mas certamente arte não é a sua especialidade, apenas confusão. Isso será explicado a seguir com base no que ele escreveu para o encarte de apresentação dos trabalhos.

Primeiramente, ele fala na diferença como alteridade. Isso não passa de um curto-circuito cerebral dos ditos especialistas em arte contemporânea que já há tempos se distanciaram do verdadeiro objetivo da arte: a consagração do belo. Hoje o artista precisa causar impacto, e só. Veja outra das obras expostas para melhor ilustrar:

Para Fidelis, o “objetivo é propiciar um campo de investigação sobre o caráter patriarcal e heteronormativo do museu como instituição”, “pensar fora da norma”, “provocar um deslocamento, ao menos temporário, no conceito de museu como instituição”. Para sujeitos assim, a tradição não tem qualquer papel numa sociedade a não ser oprimir desejos insaciáveis e estabelecer parâmetros normativos para enquadrar as pessoas em determinadas categorias.

Observe como um depravado começa a perverter o vocabulário da língua portuguesa. Ele diz que o termo queer, que dá nome à exposição, apresenta um “significante não normativo”. Traduzindo: trata-se de um termo fora da norma previamente estabelecida. Isso acontece como os atuais juristas defensores dos direitos dos animais, que criaram um novo termo: animais não humanos. Percebe-se que, ao expressar alguma coisa como “não normativa”, não o distancia da “norma”, apenas quer dar um caráter de oposição para justamente enquadrá-lo como uma “espécie de norma”. Para quem quer maiores detalhes de como isso funciona, George Orwell bem relatou no livro “1984”. Mudanças desse tipo no vocabulário geram uma verdadeira confusão irrecuperável na cabeça das pessoas, sobretudo nos estudantes em processo de formação.

Ainda, segue desenvolvendo o assunto: “Concebido sob uma perspectiva conceitual de uma exposição, o termo queer mostra-se instrumento para subverter a consolidação de uma política de identidade essencialista, uma vez que este permite a derrubada de barreiras de gênero sem necessariamente impor outras”. Ou seja, ele quer perverter a arte dizendo apenas da boca para fora que essa não é a sua intenção. Será mesmo?!?

Para Fidelis, a criação de barreiras normativas criou uma barreira conservadora e uma política de diferenças. Os únicos movimentos que impõem tais diferenças são os movimentos das minorias. Eles não querem igualdade coisíssima nenhuma, mas a criação de amplos poderes para formação de classes de intocáveis.

A exposição quer desafiar os modelos curatoriais tradicionais, especialmente aqueles de perspectiva heteronormativa, como eles bem dizem: “O cânone pode ser considerado o bastião do estabelecimento da heterormatividade, sendo capaz de assegurar o prestígio de determinadas obras em detrimento de outras” (sic).

“Queermuseu é, assim, uma exposição voltada para uma curadoria crítica fundada na democracia e na visão de um processo de inclusão”, diz o encarte. Até mesmo o conceito de democracia não é perdoado, pois qualquer ato de rebeldia está sendo enquadrado como “liberdade de expressão”.

Trata-se de um projeto desenvolvido pela Lei de Incentivo à Cultura, com apoio do Ministério da Cultura e Governo Federal, ou seja, “arte” patrocinada com o dinheiro de quem trabalha.

Para os novos parâmetros da arte, a beleza pouco importa se o artista for capaz de causar espanto, de transgredir normas e inserir os seus trabalhos numa proposta de gênero. Poucos sabem que a arte é uma forma de transcender o barbarismo e as limitações do imaginário humano, na busca incansável pelos altos picos de realização do homem: é um ato de defesa da civilização.

*UPDATE: – Santander cancela evento com mostra de pedofilia e zoofilia

Texto: CESAR AUGUSTO CAVAZZOLA JUNIOR

 

25 thoughts on “Santander Cultural promove pedofilia, pornografia e arte profana em Porto Alegre

  1. Isso é um total absurdo! pagamos altíssimos impostos e, em troca, recebemos escárnio e ridicularização das nossa cultura e normas. querem destruir a família, a criança, o significado de homem e mulher, tudo isso as nossas custas

  2. Tudo isso é mais que lixo. É um lixão, sem que tenha aterro sanitário capaz de recebê-lo, de tanta podridão. Artistas fake. Doutores de merda formados com nosso dinheiro. Bancos? Do que banco gosta todos nós sabemos: é de $$, não de arte. Pergunto ao presidente dessa porcaria se ele levaria uma “obra”? nada prima dessas para exibir na sua provável mansão, hehehe.

  3. Tudo isso é mais que lixo. É um lixão, sem que tenha aterro sanitário capaz de recebê-lo. Artistas e doutores “fakes”, amparados com nosso suado dinheiro. Falando em dinheiro, todos sabemis que banco gosta é de $$, não de arte. Pessoas cultas gostam de arte…Pergunto ao ilustre presidente se teria coragem de levar uma dessas “obras”? nada primas para enfeitar as paredes de sua provável mansão.

  4. Isso não é arte controversa, nem tão pouco provocações para reflexão. É um espaço patrocinado pelo nosso dinheiro para que alguns possam liberalmente expor suas taras e desvios comportamentais pessoais.

  5. Obviamente, trata-se de mais um esquerdopata valendo-se do cargo (dessa vez, instituição privada) para divulgar seus nefastos valores esquerdopatas ! O jeito é cancelar a conta corrente que se tem no Santander e procurar um Banco que tenha alguém decente na DIREÇÃO !

  6. Congratulações pela análise sóbria! Tudo se resume numa política doentia do globalismo. A podridão esquerdista que viu na arte a melhor forma de destruir a cultura ocidental, implantando a monstruosa decadência da humanidade.

  7. Só no Brasil a gente tem “liberal” cagando regra sobre o que deve e o que não deve ser considerado “Arte”, só por aqui tbm a gente tem “liberal” que defende moral e os bons costumes. Nada nesse país funciona de direito ahahhahahah

  8. Isso já é o fim do mundo,pessoas que não tem Deus dentro de si…. E ainda fica zombando de Jesus mais eu tenho até pena dessas pessoas pois Deus vai pesar as mãos sobre eles….

  9. É uma vergonha expor uma porcaria dessa e dizer que é arte. isso deveria esta na ala das pornografias, uma falta de respeito com as pessoas que vao ao museu achando que tem alguma cultura la.que grande artista é esse em kkk. E o governo deveria observar antes de colocar dinheiro numa coisa tão absurda.

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