Conheça os 3 estágios da Jihad e o perigo a representa

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O Islamismo é uma das religiões que mais cresce no mundo. De cada quatro pessoas uma já é muçulmana.

     Há alguns anos atrás, falar do Islamismo, do profeta Maomé e do Alcorão era algo “bacana” mas trazia pouco interesse no Brasil. Porém, com a imigração de muçulmanos no Brasil, e também com o êxodo de muçulmanos fugindo de seus países por causa da guerra, eles já são nossos vizinhos. Já são amigos de trabalho e amigos de nossos filhos na escola. Já é comum ouvir que brasileiras se casaram com muçulmanos e por esta razão também se tornaram muçulmanas.




     O interesse em saber mais sobre os muçulmanos cresceu acentuadamente devido as atrocidades cometidas por grupos terroristas islâmicos como o Boko Haram na Nigéria e o temido ISIS ou Estado Islâmico que invadiu partes do Iraque e Síria e que já tem representantes em várias partes do mundo, inclusive em nosso país, segundo a revista Época do dia quatro de setembro de 2015.

     O objetivo destes grupos é transformar o mundo em um lugar onde as pessoas pensem como Maomé, andem como ele, e façam tudo como ele fazia já que Maomé é conhecido como “Al-Insaan al-kaamil”, aquele que alcançou a perfeição.

     Falar de islamismo é falar de Maomé. Estudar a vida de Maomé, é estudar o Islamismo. Sem Maomé não há Islamismo. Queimar o Alcorão é um ato que jamais aconselho alguém a fazer mas confesso que desenhar ou fazer charges do profeta Maomé é muito mais ofensivo.

     O objetivo do presente artigo é apresentar três estágios da expansão do Islamismo, ou seja, o esforço (jihad) de Maomé, e hoje de seus seguidores,  para islamizar o mundo.

     David Wood, um famoso especialista americano em Islamismo,  chamou este assunto de “os três estágios da Jihad”.

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Estágio UM

     O Islamismo nasce em Meca, na Arábia Saudita em uma época que o povo adorava vários deuses. Neste ambiente, segundo as fontes islâmicas, Maomé começou a receber, do anjo Gabriel, as revelações dadas por Alá. Tais revelações foram dadas a ele num período de 23 anos.

     Maomé agora recebe uma mensagem que não existem outros deuses mas somente Alá. Como ele seus primeiros seguidores eram uma minoria perseguida na região, Maomé trabalhou pacificamente no meio do povo pregando sobre um único Deus. Sua mensagem era mansa e tolerante: “Vocês tem a religião de vocês e eu tenho a minha”.

     Ele pregava sobre um futuro de punição para os descrentes mas não sobre uma punição mundial e severa. Não existia absolutamente nada de agressivo em sua mensagem.

Quando os muçulmanos estão em quantidades muito pequenas e não podem vencer uma confrontação física com os descrentes (kafir) eles vivem pacificamente com não muçulmanos e pregam uma mensagem de tolerância. (David Wood)

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Estágio DOIS

     Quando o número de seguidores de Maomé e as parcerias com vários grupos fora de Meca já haviam aumentado, ele começou a conquistar a região com uma nova doutrina, lutando fisicamente contra alguns.Um dia Maomé recebeu a seguinte revelação:

“Ele permitiu (o combate) aos que foram atacados; em verdade, Deus é Poderoso para socorrê-los.” São aqueles que foram expulsos injustamente dos seus lares, só porque disseram: Nosso Senhor é Deus! E se Deus não tivesse refreado os instintos malignos de uns em relação aos outros, teriam sido destruídos mosteiros, igrejas, sinagogas e mesquitas, onde o nome de Deus é frequentemente celebrado. Sabei que Deus secundará quem O secundar, em Sua causa, porque é Forte, Poderosíssimo. ( Alcorão 22: 39,40)

Esta etapa é chamada de  “Jihad Defensiva”. Muitos lideres islâmicos no Ocidente, como por exemplo, no Brasil, dizem que o Islamismo é defensivo, é uma religião de paz, mas o estágio três indica algo diferente. É bom salientar que estamos falando do Islamismo e não de seus seguidores, os muçulmanos.

Quando há uma quantidade suficiente de muçulmanos e pesquisa suficiente para defender a comunidade muçulmana, os muçulmanos são chamados a se engajar na jihad defensiva. (David Wood)

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Estágio TRÊS

      Quando os muçulmanos estabelecem uma maioria na região e encontram poderes políticos na área para apoiar seu avanço, eles são convocados a engajar uma Jihad Ofensiva. (David Wood)

     Num certo momento da história, Maomé , que tinha sido expulso de Meca, retorna com uma grande quantidade de adeptos e retoma a cidade. Neste momento da história, segundo o Islamismo, Maomé recebe uma revelação:

Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.

(Alcorão 9:29)

     Observe que neste verso não diz para lutar contra os opressores, mas sim lutar contra todos os que apenas não acreditarem no Islamismo, incluindo as “pessoas do livro”, ou seja, cristãos e judeus.

     O hadith (compilado da vida de Maomé) número 6924 segundo Bukhari diz:Muhammad diz: eu tenho ordenado lutar com as pessoas até que elas digam: la ilaha illallah, ou seja, não há deuses mas sim Alá. Aqueles que confessarem este credo salvarão suas propriedades e sua vida.

     O hadith número 30 segundo Muslim diz: Maomé disse: eu tenho ordenado a lutar contra os povos enquanto eles não declararem que não existam outros deuses mas somente Alá.

     Aqui novamente, o critério para lutar com as pessoas é que lutem até elas acreditarem na mensagem do Islamismo.  É claro que, quando muçulmanos avançam e conquistam o poder, os versos pacíficos do Alcorão são ab-rogados, ou seja, são substituídos por versos que ordenam aos muçulmanos lutarem até que as pessoas decidam seguir o Islamismo.

     No inicio das revelações de Maomé, ele tinha amigos cristãos e judeus, mas  as posições islâmicas mudaram quando ele foi expulso de Meca e migrou para uma cidade chamada Medina.

     A partir daí, as revelações enviadas por Alá foram  substituídas por mensagens que diziam, por exemplo, que cristãos e judeus pertenciam a uma classe inferior e proibindo qualquer muçulmano de ter como amigo, cristãos e judeus.

“Ó fiéis, não tomeis por confidentes os judeus nem os cristãos; que sejam confidentes entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por confidentes, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos.” ( Alcorão 5:51)

O QUE É A LEI SHARIA

Em verdade, os incrédulos, entre os adeptos do Livro, bem como os idólatras, entrarão no fogo infernal, onde permanecerão eternamente. Estas são as piores das criaturas! (Alcorão 98:6)




Conclusão

     Os países que outrora não eram de maioria muçulmana, foram conquistados em estágios semelhantes ao modelo empreendido por Maomé na conquista de Meca.

     Mais recentemente temos como exemplo a grande Londres com cerca de 600 mil muçulmanos de maioria Indiana, Paquistanesa e Bengali.

     Pode-se dizer hoje que a região oeste de Londres já está entre o estágio dois e três onde o jihad ofensivo já começa a ultrapassar o jihad defensivo.

     Atualmente existem leis islâmicas que regem grande parte da região oeste da capital inglesa.

 

LEI ISLÂMICA (SHARIA) PARA OS NÃO-MUÇULMANOS




 

Fonte: Pastor Marcelo dos Santos




About the Author

Camila Abdo
Jornalista (MTB - 0083932/SP; Associação Brasileira de Jornalista -ABJ- 2457). Escrevo para: -oretrogrado.com.br -www.libernews.com.br e o meu blog pessoal politicaedireito.org/br

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