Homem fica 18 anos preso por ESTUPROS que NÃO cometeu e chora ao ser inocentado

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Conheça a história de Eugenio Fiuza, um homem que havia sido condenado por sequestro e estupro e foi inocentado depois de passar 18 anos preso e ser “bem tratado” no presídio.

Liberdade

Eugenio Fiuza saiu das grades há cinco anos. Foram 18 anos preso, sendo 17 em regime fechado só com banhos de sol esporádicos e visitas de familiares de vez em quando.  O homem pagou por ter supostamente cometido cinco crimes de estupro e só foi liberado em março de 2012, depois que a polícia encontrou o verdadeiro criminoso, um ex-bancário chamado Pedro Meyer.
Antes das denúncias infundadas, Eugenio era artista plástico.
Meyer havia sido acusado de estuprar ao menos 14 mulheres.
Mas a semelhança entre Pedro e Eugenio era eminentemente física.
Veja o vídeo:

 

‘Sósia bandido’

Em vista da semelhança física entre os dois homens, a defensoria pública pediu a revisão dos processos de Eugenio.
Mesmo após tantos erros da Justiça, Eugenio demonstra ter “superado” os traumas da prisão.

Justiça tarda….

Condenado injustamente por estupros que não cometeu, o artista plástico Eugênio Fiuza de Queiroz, de 66 anos, deverá receber pensão alimentícia do governo mineiro, no valor de cinco salários mínimos por mês — R$ 4,4 mil em valores atuais. A decisão liminar foi tomada pelo juiz Adriano de Mesquita Carneiro, mas, de acordo com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o idoso somente ficou sabendo da determinação nesta quarta-feira (17), durante uma audiência da Comissão de Direitos Humanos.

Por engano, o artista plástico foi sentenciado pela Justiça mineira a 37 anos de prisão e ficou detido por 18. O erro só foi descoberto depois que o ex-bancário Pedro Meyer, apontado como verdadeiro autor dos estupros, foi preso em 2012.

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