O começo do feminismo

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Texto baseado no livro “O outro lado do Feminismo” de Phyllis Schlafly.

As feministas querem que as pessoas acreditem que o feminismo começou com as sufragistas do século XIX, mas não começou. A palavra feminista não se tornou clichê até a revolução contracultural dos anos 1960, quando as mulheres saíram ás ruas em nome da “igualdade e liberação”.

O feminismo é um ramo do socialismo ou coletivismo, inspirado num movimento sóciopolítico que tenta criar uma sociedade onde a minoria tem mais poder decisão que a maioria.

Betty Friedan é reconhecida por ser líder do que hoje se entende como a “segunda onda do feminismo”. Baseia-se nas feministas da primeira onda, porém, uma onda nada tem a vê com a outra, levando em consideração que as mulheres da primeira onda conquistaram o direito ao voto em 50 Estados, mas elas eram mulheres a favor da família, a favor do homem e totalmente contra o aborto.

As feministas dos anos 60 e posteriores não são a favor da família, querem acabar com o homem e consideram o aborto como uma questão de direito das mulheres e veem o lar e a família como uma prisão que impede o crescimento e a auto-realização da mulher como um todo.

Betty Friedan, em 1963, escreveu o livro “A mística feminina”, onde ela trata a questão que a mesma identificou como “o problema que não tem nome”; o drama da dona da casa suburbana, que, de acordo com a mesma se sentia enjaulada, sozinha e entediada, tendo apenas psicotrópicos para aliviar a solidão e o desespero que sentiam.

Friedan declara que ela fez o livro baseado em estudos com as donas de casa americanas. Mas será que fez mesmo? Ou ela usou isso para influenciar os americanos a acreditar? Creio que ela tenha se baseado na própria realidade desconsiderando a realidade de milhões de americanas.

Friedan se envolveu com política antes mesmo de casar. Sua posição é a esquerda. A política marxista é sua direção. Proveniente de uma família desequilibrada, se casou com Carl Friedan, um casamento desequilibrado, violento e tinha como palco agressões físicas mútuas. Deste casamento, nasceram 3 crianças. Por isso, Friedan concluiu que a vida doméstica é opressiva. Ao invés de procurar uma solução para o SEU casamento, como uma boa feminista fraca, ela preferiu culpar a sociedade e forjou um problema social. Ao seu ver, a culpa pela situação da dona de casa americana era da sociedade, pois a sociedade compactuava que a dona de casa “viva em um campo de concentração confortável”.

Sabendo que não conseguiria atrair mulheres conservadoras usando o marxismo, Friedan usou o esgotamento físico e mental como artificio para atrair a simpatia de um grupo maior de mulheres.

No livro “mística feminina”, ela afirma que criar filhos e ser devota ao marido é um sacrifício, que atrasa seu crescimento como indivíduo e não permite que a mulher use a sua inteligência de uma forma benéfica a sociedade. Ela não reconhecia vantagem econômica de qualquer sociedade quando as mães, por puro dever e amor, executam a maravilhosa tarefa de criar bebês para se tornarem adultos amadurecidos.

Feministas não conseguem ver nada além do próprio mundo desequilibrado e psicótico.

Camila Abdo Calvo – www.politicaedireito.org/br

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